quarta-feira, 19 de outubro de 2016

E não escrevo mais nada acerca do Jardim de Infância...

... até ter um novo motivo para o fazer.
O primeiro dia foi no dia 12 de Setembro de 2016. Planeei um dia tranquilo, em que tomaríamos o pequeno almoço calmamente, em que não me chatearia com nada, em que fotografaríamos o momento para mais tarde recordar. Claro que não foi nada disto que aconteceu: houve nervos da minha parte, houve atrasos, houve stress, houve uma birra descomunal, pensei até que iria dar-lhe uma palmada (descontrolo completo), houve lágrimas. Até dores no peito senti. Não foi, decididamente, um bom dia para ser o 1.º de escola. Pelo motivo de que falei aqui, eu estava muito sensível (triste mesmo). Quando a minha irmã me perguntou: Sabes o que não é suposto fazer num primeiro dia de aulas? - a minha sobrinha entrou no 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico -, respondi: sei, foi precisamente isso que eu fiz. Não sei se por solidariedade, ela sentiu o mesmo, deve ser de família. 
Tirei uma semana de férias para a adaptação e tive muita disponibilidade para me dedicar ao meu filho nesta nova etapa. 

Os primeiros dias:
Ficou sem chorar no primeiro dia; agarrou-me o rosto, deu-me um beijo e lá foi ele sem chorar. Fiquei espantada, claro. Quando cheguei, uma hora e meia depois, chorou quando me viu. 
No segundo dia ficou num pranto, gritou "mamã, só mais um abracinho" quando o deixei no colo da auxiliar. Saí de lá num pranto. Quando cheguei, uma hora e meia depois, estava feliz, correu para me abraçar, mas sem qualquer tristeza. 
No terceiro e no quarto dias ainda chorou quando o deixei, mas encontrei-o sempre bem quando o fui buscar; já almoçou na escola. No quinto dia, houve um beicinho, mas nada de choro. Na semana seguinte, segunda feira não dormiu na escola, mas a partir de terça-feira passou a dormir com os amigos. 


O que é que eu sinto?
Sinto-o bem. Quando chego ao final da tarde, ele não tem pressa em despedir-se de quem lá fica, embora fique feliz por me ver. Fala de algumas coisas que acontecem na escola, no entanto ainda não relata de forma espontânea os acontecimentos. Canta algumas músicas. Vai ao jardim e ao parque. Melhorou a capacidade de descrever: conta-nos histórias. Apanhei o pai a chorar quando, numa destas noites, o nosso miúdo trocou o papel de ouvinte de histórias pelo de contador de histórias. Apaixonou-se perdidamente por jogos (lego, puzzle, dominó). Tem ginástica e música. No entanto, ainda diz muitas vezes que não quer ir para a escola, diz que quer ficar comigo e com o pai - devemos ser muito fixes, o miúdo prefere-nos à animação da escola... 
Na escola sempre dormiu sem fralda - desde as férias, em Agosto, que dorme a sesta sem fralda, demos continuidade à prática. Descuidou-se 3 ou 4 vezes na escola, ficou sempre muito preocupado, mas o acontecimento sempre foi desvalorizado pela educadora e pela auxiliar - tínhamos conversado acerca deste assunto e disse-lhes claramente que nunca ralhei com ele por causa dos descuidos. Peço-lhe para não andar aflito muito tempo porque lhe faz mal, mas não ralho; para mim não faz sentido ralhar nesta situação, menos ainda quando isso acontece durante a sesta. Não sei o que aconteceu, mas depois do último descuido durante a hora da sesta ele disse-me que não queria ir mais à escola, que a educadora estava zangada. Sentei-me ao nível dele, disse-lhe que a educadora me tinha dito, mas que não estava zangada; reforcei que não há qualquer problema, acontece; disse-lhe que já tinha lençóis lavados na mala para o dia seguinte; o pai relatou à educadora o receio dele e ela tranquilizou-o. Julgo que viu a educadora atrapalhada num dia em que houve muitos descuidos. Eu... Eu escutei-o, não ignorei o seu receio, mas não o enfatizei. Conversámos sobre o assunto, emiti a minha opinião e, julgo, o assunto ficou resolvido na cabeça dele. Ainda estou a aprender o meu papel neste trio: mãe/filho/educadora ou pais/criança/escola.
Há semanas que andava a dizer que não queria a fralda da noite. É verdade que a fralda, algumas vezes, estava praticamente seca de manhã; outras, nem por isso. Sexta feira passada ele insistiu e eu assenti. Aguentou a noite inteira, fez chichi na cama por volta das 7 da manhã, acordou aflito, mas tudo bem. Disse-lhe que tinha conseguido ficar muito tempo sem fazer chichi. Desde então, tem dormido sem fralda. A meio da noite levanto-o para fazer chichi, ele nem acorda. No próximo fim de semana vou deixar de o fazer. 

Se sinto arrependimento em relação à minha escolha?
Não foi bem uma escolha. Teve de ser. Continuo a espreitar o facebook da escola que foi a minha primeira opção. Continuo a identificar-me com o que lá praticam. Há coisas que são feitas na escola do meu filho que eu faria de forma diferente. Pergunto-me muitas vezes se mudará de escola no próximo ano. 
Penso muitas vezes que é bem possível que eu tenha tirado a licenciatura em Educação Básica só para ter um papel mais ativo na educação do meu filho; há coisas que considero fundamentais que se não forem feitas na escola que ele frequenta, serão feitas comigo. Lembro-me de há uns anos me terem falado no ensino doméstico e eu ter achado a ideia mais estapafúrdia de sempre. Hoje, não sei se vou tão longe, mas estou inclinada para o meio termo (que não é bem meio porque eu trabalho a tempo inteiro). Hoje vou a uma reunião como encarregada de educação pela primeira vez. Por agora, continuamos assim. 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Olá Outubro de 2016

Nem sei o que te diga, Outubro. Sabes que estás na minha lista negra há algum tempo. Este ano, como só estou a cumprimentar-te ao dia 18 (digo-te já que, por mim, podias ter apenas 3 ou 4 dias), vou dividir-te em quinzenas: a 1.ª quinzena, tirando o dia 15 de Outubro, escapou; ao 3º dia da 2.ª quinzena, já não te posso ver. Mais uma vez, tenho pressa em despedir-me de ti. Por mim, isto era já o cumprimento e o Adeus, mas ainda faltam 13 dias. Sendo que um deles é o das Bruxas. Para não variar, estas tipas apareceram mais cedo.


Em Outubro vou tentar:
- Ginasticar, se bem que: por um lado, já faço muitas caminhadas do meu quarto para o do miúdo; por outro, agora até vou a pé para o trabalho. Vou considerar que esta é uma tentativa concretizada com sucesso. Afinal, já estamos a dia 18.
- Pisar folhas à maluca com o meu filho sem ser apanhada pela senhora que as varre e que com elas constrói montes no jardim da nossa terra. Dá mesmo vontade de começar ao pontapé e espalhar tudo pelo chão... É que o chão fica tão bonito coberto de folhas... Não, não é por ter vontade de pontapear ninguém. Eu sou uma pessoa muito pacífica. 
- Não sei muito bem o que é aquilo ali na terceira imagem: à primeira vista pareciam castanhas; agora parece-me um cacau quente com qualquer coisa... Pronto, vou assumir que um dos objetivos do mês de Outubro é não me encher de porcarias comestíveis. Nem de porcarias de espécie alguma. E ir ao oftalmologista.
- Ter uma bicicleta por perto para fugir quando a conversa não me agradar ou quando encontrar pessoas que podiam muito bem viver em Marte (desculpem lá, habitantes de Marte, mas parecem-me bem mais evoluídos emocionalmente para lidar com determinadas "não espécies" de humanos).  

Outubro! Outubro, ainda aí estás!?

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Adeus meu querido mês de Setembro de 2016

Já estamos a 17 de Outubro e ainda não me despedi de ti. Foste bom. Foste um mês de começos e recomeços. Foste um mês de festas simples, mas com muito significado e com sentido. Foste a soma de comemorações, de alegrias e de amor. Os meus amores no estado puro fizeram anos. O pai aqui de casa também (falta falar de dois livros para assinalar a sua entrada nos 40). O meu pai também. 
Um acontecimento triste: Juntou-se ao meu pai uma das pessoas de que falei aqui. Também com cancro. Com menos 1 ano do que eu e com dois filhos. Senti uma profunda injustiça nesta morte (como em quase todas). E se fosse eu/podia ser eu - penso. E choro. E lamento. Lamento muito. Ela lutou muito, sofreu muito. Foi filha de uma mãe de cancro e perdeu-a para esse terrorista que ninguém consegue deter. Agora, no papel de mãe, também foi vencida. Porquê tanto sofrimento e tanta luta em vão? 

Adeus meu querido mês de Setembro de 2016, no próximo ano quero ver-te bem e cheio de razões para sermos felizes, como sempre. Sem acontecimentos tristes. 

Grandes livros para pequenos leitores #16 - Adivinha quanto eu gosto de ti para assinalar o teu 3.º aniversário

Este livro para falar do teu terceiro ano de vida. E também de amor. Ao longo desta história, as lebres, a grande e a pequena, vão procurando formas de dizer o quanto gostam uma da outra, como se fosse um jogo em que o objetivo é demonstrar que o amor de uma é maior do que o da outra. Se no início o tamanho do amor é a altura de cada uma das lebres, no final já é do tamanho de uma ida e volta à lua. O amor que te sinto, tal como o relatado neste livro, também tem sido crescente. Cada vez que penso que não é possível gostar mais do que gosto, descubro que sim: é possível e acontece todos os dias. Talvez porque vou descobrindo mais de ti. E também mais de mim. Tu cresces, eu cresço e o amor, inevitavelmente, cresce.
No último ano deixaste a chucha. Passaste a dormir no teu quarto e na tua cama. Só usas fralda à noite. Abandonaste a tua cadeira de refeição e passaste a sentar-te à mesa numa cadeira igual à nossa. Enriqueceste o teu vocabulário, o poder de argumentação e a capacidade para exprimires o que sentes. Fizemos muitas horas de parque: passaste a subir os escorregas e as casas de madeira do parque sem ajuda. Foi o teu primeiro dia de escola. Eu fiz 40 anos e o pai também. Aperfeiçoaste a arte de fazer birras e as artes em geral. Comeste o teu primeiro gelado. Começaste a ver televisão com mais frequência, se bem que vamos reduzir este consumo. A Heidi já foi a tua animação preferida; agora, as aventuras do Peter Pan e do Pirata Jake dominam. Pelo meio, também gostas do Pedrito Coelho (dormes com um coelho que tem este nome) e da Patrulha Pata. Descobriste as cores: a cor amarela foi a primeira que identificaste com convicção; depois, foste identificando as outras sem ser ao acaso; ao verde, chamas-lhe a cor da relva e é a tua preferida; baralhas-te com o facto de preferires a cor verde e seres do Benfica em que o vermelho domina. Já te expliquei, meu amor, que uma coisa é a tua cor preferida outra é o teu clube preferido. Neste tema não há cá democracias (mentira, claro, mas...), somos todos Benfiquistas, compreendido? E por falar em futebol, neste último ano Portugal foi campeão Europeu pela primeira vez. Fizemos férias, pela primeira vez, com a prima. Foi tão bom. Por tudo isto e por muito mais, este teu último ano foi forte em crescimento, em aprendizagem, em descobertas. E por isso, também em amor.


Filho, adivinha quanto eu gosto de ti. Não sabes!? Eu também não, mas uma coisa eu sei: é impossível quantificar! As palavras que conheço são poucas e redutoras para descrever isto de te amar, isto de amar um filho, mas uma coisa eu sei: amo-te quando dormes e quando acordas, quando estás feliz e quando estás triste, quando fazes malandrices, quando te vejo brincar sozinho e quando te oiço falar com os teus amigos imaginários, quando te abraço, quando nos olhamos nos olhos, quando ralho e quando elogio, quando fazes birras e quando me contrarias, quando cantas, quando corres e quando cais, quando és simpático e quando és antipático... Amo-te sempre, cada vez mais. :)

É um livro de Sam McBratney, com ilustrações de Anita Jeram, da Editora Caminho. Agora, só quero encontrar a coleção de 4 volumes de "Adivinha quanto eu gosto de ti" na Primavera, no Verão, no Outono e no Inverno. Já tinha escrito sobre a compra deste livro aqui. Quando compro dois livros no mesmo dia (não acontece muitas vezes), ele inclina-se por um e só mais tarde "descobre" o outro. Com este foi assim. Hoje, ele já vai à prateleira buscá-lo para eu lho ler. Pelo meio da leitura, imitamos as lebres.

O ano passado escrevi-te esta carta. Hoje, infelizmente, não posso dizer-te que o mundo onde te fiz nascer vai bem. Mas eu tenho esperança. Tenho fé. Tenho confiança. Vou continuar a fazer pequenas coisas (o que posso e o que sei, sei que posso fazer mais), com esperança que se reflitam num mundo melhor para nós.
Quero dizer-te que não há poder nem dinheiro nenhum deste mundo que valham o desrespeito pelos outros, apesar de muitos considerarem que sim. Ignora-os, filho. Coloca-os na prateleira de exemplos a não seguir. Não há nada melhor do que viver em paz connosco e com os outros; com conhecidos e com desconhecidos; com a família, com os amigos e com o mundo. O mundo tem gente boa, muita. Aprende com eles. Eu também procuro aprender.
Desejo que sejas feliz. Desejo que sejas uma pessoa boa. Hoje e sempre.

Carta escrita ao meu filho por ocasião do seu 3.º aniversário.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

À conversa com o meu filho #10 - Dúvidas existenciais, aprendizagem e conflitos interiores

Dúvidas existenciais
Dia 27 de Setembro comemoramos, em família, o terceiro aniversário do Índio Pirata. Uma ida à praia, um almoço à beira mar, um bolo feito pela madrinha, cantigas, palmas e um presente. 
No dia seguinte, a conversa entre os dois foi a seguinte:
O pai: a avó vai deixar um bolo na escola, à hora do lanche, para cantares os parabéns com os teus amigos.
O filho: Oh pai, mas... Eu, agora, faço anos todas as semanas!?

Aprendizagem: Faz o que eu digo não faças o que eu faço... Pois, está bem.
Ultimamente pede para levar um brinquedo para a mesa. Pode levá-lo, mas não é para brincar. A mesa, à hora das refeições, é para as refeições, até porque ele distrai-se com a brincadeira e não come. Assim que termina a refeição, mesmo que fiquemos à mesa, pode brincar à vontade. É claro que, às vezes, a mão foge-lhe para o brinquedo e para a brincadeira. Digo-lhe que não é o momento, digo-lhe que se preferir tiro o brinquedo de cima da mesa. Ela aceita mantê-lo ali sem lhe tocar.
No fim de semana passado estávamos a almoçar e a conversar e pelo meio o pai toca no brinquedo.
- Paaaiii, já almoçaste!? - perguntou-lhe.

Conflitos interiores...
Por vezes, ainda bem que não são assim tantas, ele tem dificuldade em utilizar a expressão mágica quando quer pedir alguma coisa: se faz favor. Na verdade, o que ele tem é dificuldade em ceder.
No outro dia precisava de ajuda para abrir a caixa da harmónica (até eu tenho dificuldade em abrir a dita caixa; quase que podia servir de mealheiro, assim não corria o risco de andar sempre a tirar moedas do mealheiro quando preciso de trocos) e pediu ao pai para a abrir, mas sem proferir a expressão mágica. O pai disse-lhe que faltava ali qualquer coisa e ele amuou... e teimou. Veio ter comigo e repetiu o pedido. Eu disse-lhe que talvez faltasse ali o "se faz favor". Ele respondeu que não conseguia dizê-lo. Perguntei-lhe se precisava de ajuda, ele disse que não. Insisti um pouco com um tom de voz muito calmo, ele não cedeu. Eu também não. Atirou a caixa para o chão, porque sabia que daquela forma ela abriria (tinha acontecido umas horas antes sem querer). Olhei-o de soslaio e vi o seu ar triunfante. Tive vontade de apanhar a caixa e fechá-la. Mas ignorei a situação, fingi que nem me apercebi do acontecimento. Depois, eu e o pai, rimo-nos às escondidas.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Grandes livros para pequenos leitores #15 - Coração de mãe para assinalar o teu 6.º aniversário

Querida sobrinha, porquê este livro?
Porque no dia 14 de Setembro comemorou-se o teu nascimento e o da tua mãe no sentido lato da palavra "mãe". Tal como aconteceu contigo, aquele dia foi apenas o primeiro do resto da sua vida: tu, a filha pequena que nasceu antes de tempo; ela, a mãe cansada de 3 semanas de internamento e desejosa por ser uma mãe com uma filha no colo em vez de ser uma mãe com uma filha no ventre, carregada de medos e de dúvidas. Ela estava cansada, queria tocar-te,  queria ver-te. Queria sentir a pessoa que viria a ser o bem mais precioso da sua vida.
Ela não fazia ideia o que é isso de ser mãe. Nem tu o que é isso de ser filha. Apesar de terem a vida toda para descobri-lo, nem sempre a descoberta tem sido feita da forma mais natural. A descoberta tem sido brusca. Muito brusca. Ela não sabia que ser mãe pode fazer de nós seres gigantes e seres pequenos; seres fortes e seres frágeis; seres seguros e seres vulneráveis; seres tão cansados e seres tão dinâmicos. Não sabia que ter um filho é ter sempre um ponto forte e ter sempre um ponto fraco. Não sabia que ia conhecer o melhor do ser humano (Tu) e o pior. Não fazia ideia que serias um pedaço de vida (o mais importante) a solo. É por isso que, tal como descreve este livro, o coração de mãe tem uma enorme capacidade de adaptação. Só assim se consegue sobreviver a oscilações tão bruscas de estados de espírito, de sentimentos e de emoções.
Ofereci-vos este livro, neste dia tão especial, para que nunca se esqueçam do papel que cada uma tem na vida da outra. Um livro para ler sempre: quando houver tristeza, quando houver alegria, quando houver zanga, quando houver harmonia, quando houver ira, quando houver paz, quando houver revolta... quando reinar o amor. Este, acredito, nunca faltará.
Parabéns meus amores.


Um livro do Planeta Tangerina. De Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho.

Sobrinha,
- Uma história dedicada a ti em duas partes: aqui e aqui.
- Declaração de amor neste texto.
- É fácil falar sobre ti: és mesmo especial.

Por fim, uma questão pertinente: Já inseri este livro em inúmeras listas de prendas. De Natal, de aniversário, do dia da mãe, do dia comemorativo da unha do pé. Todas as listas possíveis e impossíveis. E, até à data, ainda não o tenho. Pessoas (mãe, namorado/marido, irmã), estão à espera de quê? Não vale fingir que não leram esta parte...