terça-feira, 11 de abril de 2017

Adeus meu querido mês de Março de 2017 / Olá Abril de 2017

Adeus meu querido mês de Março. Passaste bem, gostei de te ver, foste um bom mês, mas agora já só penso em Abril. E nas férias que ele me traz. E nas mudanças que nele ocorrerão. 
Abril, águas mil: pela parte que me toca é permitido chover nos dias 17, 18, 26, 27 e 28 de Abril. Nos restantes dias solicito o envio de dias de Verão. Agradeço, desde já, a concretização deste meu pedido. 

 Imagem retirada daqui.

"Ai e tal, ele tem cada conversa!" e outras coisas

Alguns exemplos que originaram este tipo de conversa são, na minha opinião, coisas básicas (não pensem que o miúdo já discute as principais notícias do dia). Não são de hoje, mas foram os exemplos de que me lembrei:
1) Acharam interessante que o miúdo, a propósito de uma conversa que antecedeu uma visita à igreja, questionasse se as figuras eram de vidro.
2) Ficaram surpreendidos porque o miúdo, após a leitura de uma história (acho que foi este o contexto), referiu que o gelo derrete quando aparece o sol.
3) Alguém considerou pertinente que o miúdo o rectificasse quando lhe disse que o porquinho mais velho decidiu construir uma casa de pedra. Tijolos - retificou ele, e argumentou. Neste caso, acho que elogiaram mais o poder de argumentação/a explicação do que que propriamente o conteúdo.
Alguém me disse que o miúdo dá luta... Porque argumenta. Acho vantajoso ter capacidade de argumentação, mas estas não são conversas fora do comum.

Consigo encontrar justificação para as questões/as respostas/os argumentos que o miúdo utilizou nos exemplos acima referidos, bem como para muitas das situações que me relatam. Aqui estão elas:
1) No JI em Dezembro esteve um presépio com figuras de barro (acho que que eram de barro, confesso que não sou tão boa a identificar materiais como o miúdo, mas isso é um problema meu e não uma super característica dele), disse-lhe várias vezes, "filho, não podemos mexer nestas figuras porque podemos parti-las sem querer, não são nossas". Em casa disse-lhe várias vezes, "agarra bem o copo porque é de vidro". Quando a educadora lhes pediu para não tocarem nas figuras que iam encontrar na igreja, quando lhes pediu para terem cuidado, quando lhes disse que as figuras se podiam partir, o miúdo pegou nos conhecimentos que tinha acerca do verbo partir e aplicou-o - não, não o conjugou -, assumindo que se era para ter cuidado, se as figuras se podiam partir, é porque possivelmente eram de vidro.
Ele identifica alguns materiais, como o vidro, a madeira, o ferro, porque já falámos sobre isso em situações concretas. E sabe que o vidro quebra porque realizou uma experiência em que o comprovou: partiu um copo. Apanhou um valente susto, mas teve de o fazer para perceber o que é isso de partir um copo e o que é isso ser de vidro. Este meu miúdo tinha tudo para se chamar Tomé, é um defensor nato da expressão "ver para crer".
2) Temos um livro que comprámos no Pingo Doce que fala disto. Há excertos do texto que não gosto, confesso, mas é engraçado, é uma fábula e fala precisamente disto.
3) Ele já ouviu a história de "Os três porquinhos" milhões de vezes, em todas elas a casa que o porquinho mais velho constrói é de tijolos. Dizerem agora que a casa é de pedra é pôr em causa a palavra da sua mãezinha que tantas vezes lhe contou a história... O miúdo insurge-se, claro. E argumenta. Para o número de vezes que já viu/ouviu esta história o que não lhe faltam são argumentos.

Mistério desvendado: o miúdo não aprendeu a ler sozinho, não sabe fazer compras on-line (isto é que me dava jeito, detesto), nem falou sobre a teoria da relatividade. Lamento desiludir-vos, mas encontro (quase) sempre o motivo que o leva a fazer determinado comentário/a ter determinada conversa. É claro que ele diz coisas que me surpreendem, na medida em que adquire, cada vez mais, conhecimentos fora da esfera familiar, mas julgo que o segredo é a variedade de situações a que as crianças estão expostas.

Fico feliz por me gabarem o miúdo. Todas as mães ficam, mas a verdade é que ele ficou exposto a situações em que foi confrontado com (quase) tudo o que provocou/provoca a conversa do título deste texto. Ele vai buscar conhecimentos prévios e relaciono-os com a situação atual. Confesso que o que vou fazendo com ele, as histórias que lhe vou lendo, as explicações que lhe vou dando acerca das coisas têm (quase) sempre em consideração questões que ele coloca, situações com que nos deparamos, o feedback que ele me dá e não propriamente a idade que ele tem. Nem sei dizer muito bem o que é adequado para a sua idade. Claro que não o ponho a ver um filme com legendas (ele não sabe ler), mas não sei definir muito bem e de forma generalizada o que é adequado a uma idade ou a outra. Talvez por acreditar (em parte) na Teoria de Bruner: qualquer ideia ou problema, se devidamente estruturada/o, pode ser apresentada/o de uma forma suficientemente simples para que qualquer aluno a possa/o possa compreender de uma forma reconhecível. Partindo deste princípio é claro que a instrução, a forma como é comunicada a informação, é um aspeto fundamental no processo de aprendizagem. A instrução não pode ser, de maneira alguma, reduzida ao débito de informação. Há educadores/professores muito bons na instrução, na forma como transmitem a informação: uns escolhem um livro, um filme, uma peça de teatro ou um passeio para apresentar o tema e suscitar a curiosidade das crianças; alguns apresentam o mesmo tema mais do que uma vez, de forma diferente, com exemplos reais para reforçar a conclusão e validar a aprendizagem; outros partem de conversas/questões/vivências dos alunos para lançar o debate, chamando-os a testemunhar e a participar... Outros não. Infelizmente ainda há os que apenas lêem slides - espero que estes sejam uma espécie em vias de extinção, ou então que se adaptem ao meio rapidamente.
 Imagem retirada da Internet: fonte desconhecida

Textos que falam de aprendizagem significativa:
 - A brincar é a que a gente (pequena) se entende #7 - Ensaios sobre a realidade: aprendizagem com significado.
- A brincar é que a gente (pequena) se entende #13 - Dia de aulas ao ar livre

sexta-feira, 7 de abril de 2017

À conversa com o meu filho #13 - Eles que se entendam

No parque perto da nossa casa, ele costuma brincar com uma menina. Ontem, ela fez uma birra porque queria o carro que ele tinha. Ele ouviu-a chorar, olhou-a de soslaio, mas não cedeu.
O pai da menina a intervir por um lado: filha tens de saber esperar, o teu amigo agora está a brincar, tens de ter paciência. Eu a intervir por outro: filho estás com esse carro há algum tempo, a tua amiga está chateada, possivelmente cansada, é importante partilhar, emprestas o carro à tua amiga? Ele "emprestou", mas salientou que, depois, ela teria que o devolver - o carro não é de nenhum deles, é do parque.
O pai da menina pediu-lhe para agradecer, ela não agradeceu. O pai da menina disse-lhe que ela era feia... O miúdo encheu o peito de ar, virou-se para o senhor com um ar muito prepotente e disse-lhe: Ela não é feia, feio és tu. Baixei ligeiramente a cabeça e disse baixinho: eles que se entendam!

Estão chateados um com o outro, uma pessoa vai cheia de boa vontade promover um pacto de paz, quando chama a atenção de um deles o outro revolta-se.
É preciso saber em que situações se deve intervir, é preciso saber (só) observar, é preciso deixar que eles resolvam os seus conflitos, é preciso deixá-los crescer e aceitar que se vai ser (apenas) espectador em muitas situações... Algumas nem isso.

De acordo com os relatos efetuados milhares de vezes pela minha mãe (repetir a mesma história 1000 vezes é algo intrínseco às mães), eu e a minha irmã fizemos isto muitas vezes. Uma coisa sou eu chatear a catraia, outra, totalmente diferente, é aparecer alguém a querer fazer o mesmo. Cada um com a sua função, para desatinar com ela estou cá eu... E vice versa. O miúdo deve ter seguido a mesma lógica.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Gosto tanto de quadros e diplomas de mérito! (ironia) / O livro da vida

Essa coisa de se dizer que uma criança/pessoa é inteligente/muito inteligente tem muito que se lhe diga. Há vários tipos de inteligência e dizer que uma criança tem aptidão para uma coisa, não a livra de não ter jeitinho nenhum para outra. Talvez a minha opinião sobre este assunto seja apenas para justificar o facto de nunca ter sido considerada uma criança muito inteligente, mas fazem-me sentido as teorias que defendem a existência de vários tipos de inteligência.
O ano passado fui a uma festa de final de ano de um Jardim de Infância + 1º ciclo, na qual  foram entregues diplomas de mérito a algumas crianças. À minha frente duas mães conversavam:
Mãe 1: a minha filha vai ser chamada ao palco para receber um diploma de mérito, a professora avisou-nos. E a tua?
Mãe 2: a professora não me disse nada...
Mãe 1: a tua filha não esteve no quadro de mérito!?
Mãe 2: sim, no 2º e 3º períodos. 
Mãe 1: ahhh, a minha esteve nos 3 períodos, deve ser por isso.

Em primeiro lugar, não gosto de quadros de mérito - lá está, talvez porque no meu tempo de escola o meu nome só aparecesse no quadro de alunos com o nível de desinteresse mais elevado ou no dos alunos com o maior número de negativas. Em segundo, porque nunca percebo muito bem quais são os critérios nem qual é o (verdadeiro) objetivo. Em terceiro, quando os percebo acho (quase) sempre que são injustos. Neste exemplo concreto, a que se manteve estável o ano inteiro recebeu um diploma, a que evoluiu não. Se a criança tiver uma vocação notável para as ciências e for (apenas) razoável a Língua Portuguesa, apesar de se esforçar e de evoluir, não merece estar no quadro de mérito/receber um diploma de mérito? Segundo a justificação dada àquelas mães, não: tinha de ter boas notas em todas as disciplinas e em todos os Períodos... É pá, ninguém é bom a tudo... Bem, eu era má a quase tudo - não sou um exemplo de boa aluna, já o escrevi antes; só fui razoável a partir do 10º ano, quando já trabalhava...
Sei que alguns defendem que este tipo de iniciativas aumenta os níveis de motivação, mas acredito que aumenta apenas a motivação dos que veem lá o seu nome. E a motivação dos outros?
Não ignoro que há crianças com mais facilidade no processo de aprendizagem, crianças mais curiosas, crianças mais sociáveis, crianças mais extrovertidas, crianças com maior capacidade de resolver problemas, crianças com maior facilidade de adaptação, crianças capazes de gerir melhor as emoções... crianças expostas a ambientes educativos mais estimulantes... enfim, existem crianças muito diferentes entre si e todas essas diferenças influenciarão, certamente, o seu desempenho escolar, entre outros fatores. Logo, não compreendo porque é que existe esta necessidade de comparar e premiar quando, à partida, não estão todos no mesmo patamar. Na verdade, muitas vezes, nem sabemos quais são os motivos que estão por trás de um bom ou mau desempenho escolar.

Defendo que a criança deve experimentar a "sensação" de frustração (é inevitável), convém inclusive que aprenda a lidar com com ela. No entanto, julgo que essa aprendizagem pode passar por dificuldades que sente em realizar alguma tarefa, por exemplo; pode passar por não conseguir realizá-la.
O meu filho não consegue atirar e "encestar" a bola com tanta eficácia como a prima (não acertou num determinado alvo que eles próprios definiram de forma espontânea - observei na última ida ao parque). Ficou chateado por não conseguir (porque se comparou com ela). Expliquei-lhe que a prima é mais alta do que ele, já fez "aquela brincadeira" mais vezes do que ele, talvez por isso consegue fazê-lo com mais facilidade do que ele. Não fingi que ela não consegue fazê-lo (ela consegue fazê-lo), nem assumi que ele vai conseguir fazê-lo já na próxima tentativa (porque não sei; ele até pode vir a estar em igualdade de circunstâncias e não conseguir). Posso apenas incentivá-lo a tentar. Agora, imagine-se que, depois desta justificação e depois de ele tentar e não conseguir, oferecia uma "prenda" à prima. Porquê? Com que objetivo? Ou imagine-se que depois de ele tentar várias vezes e conseguir, oferecia uma "prenda" à prima - porque ela conseguiu fazê-lo mais vezes. Porquê? Para quê?

Escrevi aqui sobre um livro que nos diz precisamente que isso de ser o melhor/o maior pode ser muito relativo.

Uma alternativa a isso dos quadros e diplomas de mérito:
Incentivar a criança a construir um livro no qual ela registe, através de desenhos, textos, colagens ou fotografias, o que vai aprendendo ao longo do ano (Livro da vida, de Célestin Freinet, pode ser uma inspiração). Algumas páginas podem até incluir o "Antes e o Depois" - o que o aluno (pensa que) sabe antes e o que o aluno sabe depois. No final do ano letivo, uns dias antes das aulas terminarem, pedir às crianças para escolherem uma das aprendizagens: uma que considerem importante, a sua preferida. Debater com as crianças as escolhas efetuadas, enumerar os motivos. No final do ano, promover uma festa/um lanche/um passeio com as famílias e permitir que cada aluno fale da sua aprendizagem preferida. Ou realizar uma exposição com todas as escolhas... E não vejo qualquer problema que vários alunos escolham a mesma aprendizagem. É verdade que não gostamos todos do amarelo, mas há alguns a gostar do amarelo. O objetivo não é demonstrar a diversidade de aprendizagens, mas sim deixar a criança escolher e descrever os motivos da sua escolha. O objetivo pode ser: "dar voz" à criança, deixar a criança avaliar a sua própria aprendizagem, promover a retrospetiva e revisão das aprendizagens efetuadas, incentivar a criança a justificar as suas opções...
No final, até se pode emoldurar a aprendizagem preferida de cada criança e oferecer a cada uma o que para si teve mais significado.
E o livro? O livro construído pela criança é, certamente, o melhor barómetro da sua aprendizagem. "é mais importante e justo avaliar uma criança tendo em consideração o seu progresso - o que a criança consegue fazer no início do ano letivo e no final, por exemplo - do que compará-la com qualquer outra da mesma idade e, supostamente, no mesmo estádio de desenvolvimento. Avaliar o progresso da criança, elogiá-la nas vitórias, relembrá-la do que já conseguiu alcançar e de como enfrentou as dificuldades, parece-me, claramente, mais justo e mais frutífero".

Era bom poder deixar (um pouco) de lado os livros que falam por nós, mas que dizem pouco de nós...

e começar a escrever um com as páginas em branco... com a nossa história, com as nossas descobertas... na escola ou em casa.

 Imagens retiradas daqui.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Adeus meu querido mês de Fevereiro de 2017. Olá Março de 2017. Adeus Inverno. Olá Primavera.

Esqueci-me de dizer adeus a Fevereiro. Faço-o agora: adeus 86º aniversário da minha avó, adeus chatices de Fevereiro, adeus Carnaval, adeus mini-férias. Nos últimos dias de Fevereiro, fomos ver o musical "Capitão Miau Miau"; ele aguentou 1 hora sentado e gostou; as músicas ficam no ouvido e o CD não sai do carro; ele e a amiga do parque divertem-se a cantar e a dançar enquanto tentam acertar na letra. No penúltimo dia do mês, fomos à praia, almoçámos com a prima, brincámos no parque, eles mascararam-se. Foi um bom final de mês.
Março, meu querido mês de Março, terminou em ti o ciclo de Inverno para dar lugar ao da Primavera. Trazes a promessa de novas cores, dos dias maiores e da leveza. Apesar de ainda andar com a cabeça enfiada na areia, aqui estou eu a cumprimentar-te. 

 Imagem retirada daqui.

Sim, por vezes, o mundo "aparece-me" de pernas para o ar... Ou serei eu!?

terça-feira, 21 de março de 2017

Dias nossos: 19 de Março de 2017 / Grandes livros para pequenos leitores #23 - Pê de Pai

Ele acordou às 5 e tal da manhã de Sábado. O pai trabalhou no Sábado. Ele acordou às 6 da manhã de domingo. O pai esteve de folga no Domingo. Não comprei nenhuma prenda nem tinha vontade de o fazer, queria pagar-lhe o almoço longe de casa, com vista para o mar. Foi esta a prenda que imaginei e era para os três. O miúdo fez um presente na escola para oferecer ao pai e eu estava sem paciência e sem imaginação para acrescentar algo à surpresa. Queria apenas fugir dali para um sítio bonito.
A casa estava por arrumar. A visita à minha avó, que caiu, estava por fazer. A roupa estava por tratar. Eu estava cansada. Às 7 da manhã eu e o miúdo tomávamos o pequeno almoço. Às 7:30 brincava sozinho. Às 8 da manhã eu e o miúdo estávamos a fazer ginástica no quarto dele, a jogar à bola com um boneco, a brincar ao equilíbrio.
Disse-lhe que era dia do Pai. Sugeri a leitura do livro "Pê de Pai". Ele aceitou, mas pediu para lhe ler também o "Coração de mãe". O pai acordou às 10, era dia do Pai, dormir até às 10h foi um dos presentes. Por ali andámos com intenção de ir para a rua. O cansaço pesava-me, o sono começava a chatear o miúdo. O almoço com vista para a praia ficava sem efeito. Ao meio dia estávamos a almoçar em casa. À uma da tarde ele estava a dormir - dormiu 3 horas e eu duas. Antes de dormir o pai "obrigou-me" a ir comprar um gelado, era dia do Pai, era só o que ele queria - "sacana", fez-me sair de casa. Assim que acordou da sesta, lanchámos e fomos para a rua. Fomos a um parque distante da nossa casa, onde brincámos e arejámos os três. Eles foram desejar um feliz dia ao avô enquanto eu fui ver a minha avó. Jantámos na casa dos avós. Regressámos a casa para dormir. Varri o chão da cozinha, tratei de alguma roupa e ignorei o que ficou por fazer. Na segunda feira de manhã desejei que fosse domingo com o pai de folga. O meu desejo não se concretizou. Paciência, está tudo bem.

O pai é ambulância, é travão, é casaco, é bóia e é colchão. O pai é sofá, é avião, é motor, é grua e é despertador. O pai é esconderijo, é escadote, é carrossel, é trator, é cavalinho, é túnel e é doutor. O pai é esfregão, é pequenino, é seta, é cofre, é cabide e é meta. O pai pode ser tudo o que ele quiser.
Ofereci este livro ao pai do meu filho no final da minha gravidez, quando ele fez 37 anos. Ele nem imaginava o tanto que podia ser.


É um livro de Isabel Martins e Bernardo Carvalho, do Planeta Tangerina.

No dia do Pai, mandei (por mensagem) um beijinho a várias mãe que tantas vezes (quase sempre) fazem a vez dos pais. São as minhas heroínas. No dia da mãe farei o mesmo ao pais que se encontram na mesma situação. Só conheço um - atualmente ele já divide as responsabilidades com a mãe, mas durante muitos anos foi só ele.